Última publicações
Quarta-feira, 25 de julho de 2007 às 15:59 (Última atualização: 31/07/2008 às 17:07:24)
Conditional Comments ou Comentários Condicionais são comentários no código (X)HTML que somente o Internet Explorer reconhece e os demais browsers consideram como um comentário. Trata-se de um código proprietário da Microsoft que permite a escolha, por exemplo, da versão do browser na qual você precisa de ajustes.
Esta é a solução que eu mais gosto para resolver problemas com CSS no Internet Explorer 6 e 7 e é muito simples.
Implementação
Para implementar, basta escolher abaixo a versão do Internet Explorer que você precisa ajustar e colar o código específico antes da tag </head>.
<!--[if IE]>
Para todas as versões do Internet Explorer
<![endif]-->
<!--[if IE 5]>
Apenas para o Internet Explorer 5
<![endif]-->
<!--[if IE 5.5]>
Apenas para o Internet Explorer 5.5
<![endif]-->
<!--[if IE 6]>
Apenas para o Internet Explorer 6
<![endif]-->
<!--[if IE 7]>
Apenas para o Internet Explorer 7
<![endif]-->
<!--[if gte IE 5]>
Para o Internet Explorer 5 e versões superiores
<![endif]-->
<!--[if lt IE 6]>
Para versões anteriores ao Internet Explorer 6
<![endif]-->
<!--[if lte IE 5.5]>
Para o Internet Explorer 5.5 e versões inferiores
<![endif]-->
Exemplo de implementação
Folhas de estilos (CSS)
<!--[if IE 6]>
<link href="css/estilos_ie6.css" rel="stylesheet" type="text/css" />
<![endif]-->
Esta folha de estilo (CSS) é interpretada somente pelo Internet Explorer 6, sendo que os demais browsers consideram como um comentário.
Categorias:
Compartilhe:
Terça-feira, 24 de julho de 2007 às 11:32 (Última atualização: 31/07/2008 às 17:07:15)
Durante a jornada de trabalho, todo trabalhador tem direito a um período de intervalo para repouso, descanso e alimentação. Este direito é assegurado pelo artigo 71 da CLT.
O intervalo intrajornada possui fundamento de ordem biológica buscando com a inatividade do trabalhador, atingir:
- Metas de saúde física e mental (higidez física e mental), propiciando-lhe que, após certo período, retempere em parte suas forças físicas e psíquicas. Vale dizer, que restabeleça em parte o sistema nervoso e as energias psicossomáticas.
- Metas de segurança, com que se previne em parte a fadiga física e mental e reduzem-se os riscos patológicos e de acidentes de trabalho. A fadiga física e mental se traduz na diminuição do ritmo da atividade e na perda da capacidade de atenção ordinária, com conseqüente perda de produtividade e aumento dos acidentes do trabalho.
O período de intervalo varia de acordo com a quantidade de horas trabalhadas. Para jornadas de 8 horas, o intervalo deve ser de no mínimo 1 hora e de no máximo 2 horas. Para jornadas de 6 horas o intervalo deve ser de 15 minutos.
Algumas Convenções Coletivas de Trabalho trazem em seu contexto a obrigatoriedade do intervalo de 15 (quinze) minutos para lanche em cada período de trabalho (manhã e tarde), independentemente do número de horas da jornada diária, mas este intervalo integrará a jornada de trabalho, pois a lei determina um único intervalo.
Quando o intervalo para repouso e alimentação não for concedido pelo empregador, este ficará obrigado a remunerar o período correspondente com um acréscimo de no mínimo 50% (cinqüenta por cento) sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho.
Intervalo para amamentação
Além deste direito, mães com filhos pequenos em fase de aleitamento têm direitos a intervalos especiais para amamentarem seus filhos também. Mães de recém-nascidos têm direito a dois intervalos de meia hora, durante a jornada de trabalho, para amamentação até que a criança complete seis meses de idade. Este direito é assegurado pelo Artigo 396 da CLT.
Importante: Lembrando que sou apenas um profissional de internet. Para dúvidas e maiores informações procure um profissional especializado em direito trabalhista.
Categorias:
Compartilhe:
Sexta-feira, 20 de julho de 2007 às 13:11 (Última atualização: 31/07/2008 às 17:07:05)
Todo empregado quando é contratado por CLT precisa passar por algumas avaliações médicas, antes de ser admitido, durante a vigência do contrato de trabalho e quando for demitido.
Os exames são: admissional, periódico, de retorno ao trabalho, de mudança de função e o demissional, porém vamos falar neste artigo somente do exame admissional.
O exame médico admissional previsto no Artigo 168 da CLT é obrigatório e integra o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Esse exame tem por finalidade verificar se o trabalhador está em condições físicas e psíquicas para desenvolver a atividade para a qual está sendo contratado. O exame é realizado por um médico, com especialização em Medicina do Trabalho pois somente este profissional tem habilidade para caracterizar uma doença ocupacional.
Como é o exame?
O exame admissional é muito simples. O médico deve explorar a vida pregressa do trabalhador, dando ênfase aos empregos anteriores, bem como possíveis agentes nocivos a que este trabalhador esteve exposto. O médico faz algumas perguntas e examina o paciente (pressão arterial, etc.). Após a realização, é emitido um Atestado Médico de Capacidade Funcional.
O preço médio deste exame é de R$ 20,00 e deve ser pago pela empregadora.
O exame é recomendado para evitar futuros aborrecimentos e prejuízos para o empregador, pois o mesmo poderá contratar um empregado que já tenha problemas de saúde com origem do serviço anterior e poderá reclamar na justiça que adquiriu a doença no trabalho atual, pleiteando estabilidade no emprego. Sem este exame, a empregadora poderá ser considerada culpada por todas as doenças contraídas pelo trabalhador durante o contrato de trabalho, respondendo inclusive por eventuais ações indenizatórias por acidente de trabalho ou doença do trabalho.
É importante lembrar que no exame admissional, não são permitidos testes de gravidez, de esterilização e exame de HIV (AIDS), por se constituir prática discriminatória.
No caso de readmissão do trabalhador, deverá ser feito um novo exame admissional.
Importante: Lembrando que sou apenas um profissional de internet. Para dúvidas e maiores informações procure um profissional especializado em direito trabalhista.
Categorias:
Compartilhe:
Terça-feira, 17 de julho de 2007 às 9:17 (Última atualização: 31/07/2008 às 17:07:28)
A medida em que a engenharia de software adquire maturidade, o desenvolvimento de websites se torna mais profissional, possibilitando um maior controle sobre o desenvolvimento e um grande alinhamento entre a expectativa do cliente e o produto desenvolvido.
Assim, torna-se cada vez mais comum investir em planejamento de implementação antes da codificação, ou programação propriamente dita. Esse tipo de atividade permite obter mais clareza e solidez sobre o que deve ser implementado, evitando assim o indesejável retrabalho, que aumenta os custos de produção.
Engenharia de Requisitos
A engenharia de requisitos é o primeiro passo e tem o objetivo de levantar todas as funcionalidades que devem ser implementadas no site.
A engenharia de requisitos compreende várias atividades, começando pela identificação dos requisitos. Nessa primeira atividade, todos os requisitos são levantados e identificados, ou seja, todas as funcionalidades devem ser apontadas.
Uma vez levantados todos os requisitos, é realizada a análise dos mesmos. Essa atividade visa estruturar os requisitos levantados, agrupando os requisitos de forma lógica, eliminando inconsistências. O objetivo da análise dos requisitos é apresentá-la ao cliente para poder verificar se o material colhido está alinhado as funcionalidades que ele espera ter em seu site.
Aprovada a análise, deve ser criado o documento de especificação de requisitos, que é o “contrato” do que é acordado entre a empresa e o cliente. O documento de especificação de requisitos deve ser o norteador da implementação, e deve ser validado pelo cliente. O documento de especificação de requisitos garante a transparência entre o cliente e a empresa. Ele deve deixar claro o que deve ser implementado no site, não deixando dúvidas sobre o que deve ser entregue.
Definido o que deve ser implementado, é hora de projetar a implementação.
Modelagem do Sistema e do Banco de Dados
A atividade de modelar a implementação tem suma importância no desenvolvimento de um site. Modelar a implementação é como projetar uma casa. É planejar o que deve ser feito.
Há vários tipos de modelagem que podem ser realizados, dependendo das necessidades específicas de cada site. O mais comum de se modelar são a arquitetura do site e do banco de dados.
A arquitetura do site citada aqui é direcionada à implementação. Ela define quais componentes devem ser utilizados ou desenvolvidos, como eles se relacionam e como se comunicam.
Todo site bem arquitetado possui sua programação dividida em camadas, seguindo qualquer modelo de implementação em camadas. Isso permite uma maior flexibilidade e extensibilidade, caso seja necessário executar alterações ou manutenções evolutivas no site. Um site bem arquitetado “sofre” pouco com alterações, pois essas tendem a ser pouco destrutivas se comparadas as alterações em sites mal projetados.
Outro tipo de modelagem comum de ser feita, é a modelagem do banco de dados que define como o banco de dados deve ser estruturado. Um banco de dados mal estruturado é também o caminho para problemas no desenvolvimento de um site.
A modelagem de banco de dados é fortemente direcionada pelo documento de especificação de requisitos já elaborado, uma vez que o banco de dados deve manter todas as informações que constam no documento de requisitos.
Implementação
Com todo trabalho feito até agora, a implementação fica fácil. Os requisitos já foram validados com o cliente. Assim a implementação deve ser guiada pelo documento de requisitos.
Assim, todas as funcionalidades do site devem ser aderentes ao documento de requisitos. Não deve ser implementado nenhuma funcionalidade a menos ou a mais. Isso é interessante, pois algumas pessoas pensam que vão conquistar o cliente entregado algo a mais.
Nessas situações, o cliente acaba não percebendo o valor agregado da funcionalidade a mais, e o que era para ser algo que surpreendesse positivamente o cliente se torna algo “legalzinho”. Além disso, a implementação do que não está especificado pode causar impacto nas funcionalidades requeridas pelo cliente. Então essa situação leva a um aumento nos custos do desenvolvimento do site e compromete o prazo de entrega.
Que linguagem escolher
Muita gente se pergunta: O que é melhor? ASP.NET? PHP? Java? A experiência tem mostrado que o sucesso de um site pouco depende da tecnologia escolhida.
Todas as linguagens (pelo menos as mais utilizadas e homologadas pelo público em geral) são muito boas e robustas. Geralmente o mesmo site pode ser construído em qualquer uma dessas linguagens sem prejudicar suas funcionalidades.
Ainda mais: A maioria dos erros encontrados nos sites não está vinculada à linguagem de programação, e sim a problemas pontuais de codificação. É lógico que, dependendo do caso, uma linguagem pode ser mais adequada que outra, mas nenhuma é restritiva.
Lembrando que, uma vez escolhida a tecnologia de desenvolvimento do site, esta deve constar no documento de especificação de requisitos que falamos acima.
Artigo desenvolvido com a ajuda de Michel Ribeiro, analista de sistemas.
Categorias:
Compartilhe:
Segunda-feira, 16 de julho de 2007 às 13:20 (Última atualização: 31/07/2008 às 17:07:06)
Há quase 2 semanas não publico um artigo no Profissão Web pois estou passando por algumas mudanças na minha vida pessoal e profissional e acho que é interessante avisar aos meus leitores que o blog não acabou e que logo voltarei a publicar os artigos com a mesma freqüência de antes.
Nestas 2 semanas eu mudei de casa, de emprego, de cidade e de estado. Agora estou morando novamente em Brasília e trabalhando para uma grande agência da capital. Neste tempo tive que dedicar à estas mudanças, mas a partir da semana que vem o blog voltará ao normal com muitos artigos e entrevistas.
Continuem visitando o Profissão Web, gerando discussões e deixando sempre os seus comentários!
Categorias:
Compartilhe: